Se você aprecia comer e beber bem, além de curtir um bom ócio, não deixe de ir a Mendoza. O ideal é ir em março quando tem a festa da colheita, mas até o fim do outono ainda é lindo visitar o lugar. Nós ficamos num lugarzinho incrível chamado Chacra de Cória, no caminho para as bodegas da região (Caminos del Vino). Nos hospedamos nas Casas Glebinias, um hotelzinho rural muito bem cuidado, um prazer e um convite ao relax. As visitas às bodegas são demais. E em algumas delas, além de visitar a bodega tem restaurante gourmet onde você degusta pratos e vinhos preparados com muito capricho. O melhor do slow food e do slow wine juntos!! (Beaves, não resisti!!!) E se você é daqueles que ainda acha que as bodegas são aquela coisa escura que cheiram a mofo, está por fora. Os lugares tem uma arquitetura e modernidade incríveis. A listinha resumida do imperdível de bodegas é: O Fournier, the best TOP one, mais longe, mas vale. Salentein, moderna e impecável. Clos de Chacras, familiar, boutique, lindinha. Melipal, boa e mais barata, com uma vista de arrasar. Se você ficar mais que 4 dias, ainda tem a Catena Zapata e outras mais conhecidas dos brazucas. E pra não dizer que a vida é apenas comer e beber, a região tem uma paisagem incrível. Sacuda o "slow" que tomou conta de você e percorra a rota até o Chile, onde um caminho de montanhas te levam até o Parque do Aconcágua e desfrute de um visual literalmente de tirar o fôlego. Algumas outras voltinhas são bem vindas: vá até a cidade de Mendoza dar um rolê geral e coma num restaurante que é um mimo, chamado Azafran. Desculpe...olha eu aqui falando de comida de novo!
sábado, 30 de maio de 2009
MENDOZA
Se você aprecia comer e beber bem, além de curtir um bom ócio, não deixe de ir a Mendoza. O ideal é ir em março quando tem a festa da colheita, mas até o fim do outono ainda é lindo visitar o lugar. Nós ficamos num lugarzinho incrível chamado Chacra de Cória, no caminho para as bodegas da região (Caminos del Vino). Nos hospedamos nas Casas Glebinias, um hotelzinho rural muito bem cuidado, um prazer e um convite ao relax. As visitas às bodegas são demais. E em algumas delas, além de visitar a bodega tem restaurante gourmet onde você degusta pratos e vinhos preparados com muito capricho. O melhor do slow food e do slow wine juntos!! (Beaves, não resisti!!!) E se você é daqueles que ainda acha que as bodegas são aquela coisa escura que cheiram a mofo, está por fora. Os lugares tem uma arquitetura e modernidade incríveis. A listinha resumida do imperdível de bodegas é: O Fournier, the best TOP one, mais longe, mas vale. Salentein, moderna e impecável. Clos de Chacras, familiar, boutique, lindinha. Melipal, boa e mais barata, com uma vista de arrasar. Se você ficar mais que 4 dias, ainda tem a Catena Zapata e outras mais conhecidas dos brazucas. E pra não dizer que a vida é apenas comer e beber, a região tem uma paisagem incrível. Sacuda o "slow" que tomou conta de você e percorra a rota até o Chile, onde um caminho de montanhas te levam até o Parque do Aconcágua e desfrute de um visual literalmente de tirar o fôlego. Algumas outras voltinhas são bem vindas: vá até a cidade de Mendoza dar um rolê geral e coma num restaurante que é um mimo, chamado Azafran. Desculpe...olha eu aqui falando de comida de novo!
sábado, 23 de maio de 2009
MY DOOR
domingo, 10 de maio de 2009
PORTAS
sexta-feira, 1 de maio de 2009
LA FORMA DE LAS COSAS

Seguindo nossa "induction, nível advanced 3" no universo Bonaerense, nosso casal de amigos psico-analistas dessa vez nos levaram para ver uma Obra (peça) teatral. O bom é que aqui a gente abre o coração pra coisas que no Brasil não nos animam a sair de casa, como o teatro ou o cinema nacional, com raras exceções.
Esta peça foi muito bacana. Um texto bem feito, bastante cerebral e analítico, bem ao estilão dos hermanos. O comentário pós peça da minha amiga foi genial: "muito bom, mas passaram do ponto algumas vezes, explicaram muito, se repetiram demais. Aliás, esta é uma crítica que a gente sempre faz ao cinema daqui também, fala-se tudo, não deixam nada pra você. E se não te deixam nada, te tiram o mistério, e sem mistério não tem enigma...." É mole! Eu rio demais com essa estrutura do pensamento deles, tiro a maior onda, mas também aprendo muito com LAS FORMAS DE LAS COSAS aqui!
BARRIO CHINO (em espanhol o "i" vai aí mesmo)
Eu agora resolvi dar uma "pedalada" em mim mesma para ir aos lugares de Buenos Aires que nunca fui, aqueles que você vai deixando pra outra hora porque realmente pode ir a qualquer momento e no fim nunca vai. Um deles foi o Barrio Chino , a Liberdade daqui. Até aí nada de novo. Um monte de lojinhas onde renovei o meu estoque de palitinhos para o cabelo, o Vini se fartou com os brinquedos do Dragon Ball e o Bá se maravilhou com os frutos do mar num supermercado. Percorrendo os corredores deste supermercado nos deparamos com a seção de frutas e verduras e aí nós três quase choramos emoção ao ver uma cesta cheia de maracujá e umas ervinhas frescas incríveis. Vibrávamos de alegria, acredite, por uma cesta de maracujá, redondinhos, amarelinhos...! E o que é melhor: os chinos ali sacaram que os chefs que vão comprar os frutos do mar precisam de todo um arsenal e resolveram aproveitar deixando super à mão as "perfumarias" que fazem a alegria dos cozinheiros.
O RUIM QUE É BOM
Nossos amigos argentinos têm levado a gente pra umas experiências bem menos turísticas. Fomos num restaurante que costumo classificar como "o ruim que é bom", tipo o Pandoro em São Paulo, ou o Bar Lagoa no Rio, embora este último tenha algo realmente bom que é a vista, mas a comida mesmo é muito meia boca. Mas este tipo de restaurantes tem algo a ver com as suas lembranças, suas raízes e você come um croquete sofrível feliz da vida. No nosso caso o prato selecionado foi um Puchero. Um tipo de cozido de carnes com verduras. O duro do Puchero é que os argentinos não o condimentam. É feito basicamente com água e sal e depois quando serve coloca-se maionese ou mostarda, isso mesmo tem a bisnaguinha na mesa igual se faz com cachorro-quente. Minha mãe, que faz um cozido nordestino divino, prato brasileiro mais parecido ao puchero, não ia se conformar se visse aquelas verduras e carnes boiando naquela agua sem gosto, e pensaria que apenas uma cebola, um alho e um toque de cominho fariam um grande milagre no Puchero.
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caderno 2/ilustrada,
pequenas grandes diferenças
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